Um destino brasileiro foi incluído na tradicional lista anual dos 52 lugares para conhecer em 2026 elaborada por um importante jornal norte-americano. Na relação de recomendações de viagens para este ano, o Inhotim, localizado em Minas Gerais, foi o único destino do Brasil a figurar entre os locais sugeridos aos leitores, ocupando a 24ª posição no ranking.
O jornal descreve o Inhotim como um museu de arte contemporânea no sudeste do Brasil que reúne cerca de 500 obras distribuídas em 24 galerias, cada uma com arquitetura única, todas inseridas em um amplo jardim botânico. Uma observação feita pela publicação é que a quantidade de atrações do local muitas vezes torna difícil conhecer tudo em apenas um dia, e como alternativa sugere o Clara Arte Resort, um hotel familiar situado dentro do próprio museu.
Em 2026, o Inhotim comemora seu 20º aniversário de funcionamento com uma programação especial de exposições que exploram a identidade afro-amazônica do Brasil. Entre os destaques das novas mostras estão obras de artistas como Dalton Paula, Davi de Jesus do Nascimento e Paulo Nazareth, além de trabalhos de 22 artistas indígenas sul-americanos que se somam a um acervo que já inclui nomes como Yayoi Kusama, Hélio Oiticica e Adriana Varejão.
A lista da publicação também mencionou outros destinos brasileiros em anos anteriores: em 2024, a capital federal Brasília foi citada, assim como, em 2023, a região da Amazônia e os Lençóis Maranhenses. Já em 2025, nenhum lugar do Brasil apareceu entre as 52 recomendações.
Além do destaque nacional, o ranking de 2026 inclui destinos de várias partes do mundo. Na América Latina, além de Inhotim, foram lembrados lugares como a Península Osa, na Costa Rica; a ilha de Saba, nas Pequenas Antilhas; Miches, na República Dominicana; Querétaro, no México; a Guiana; Cabo Froward, no Chile; e a Bacia Hidrográfica do Rio Pastaza, no Equador.
Entre os destinos dos Estados Unidos citados no ranking estão regiões como a denominada “América Revolucionária”, que destaca grandes celebrações dos 250 anos da independência americana, além de locais como Dallas, Los Angeles, Memphis, as Ilhas Sanibel e Captiva, Hyde Park em Chicago, Portland, o Refúgio Nacional da Vida Selvagem do Ártico, Medora (na Dakota do Norte), Deer Valley (em Utah), Bentonville (no Arkansas), a Praia da Virgínia e a Estrada Big Sur na Califórnia.
Também foram incluídos diversos destinos na Ásia, como Bangkok (Tailândia), Bandhavgarh (Índia), outras montanhas do Nepal, Penang (Malásia), Nagasaki (Japão), a Armênia, as Montanhas Tien Shan (Quirguistão), o Vietnã, Camiguin (Filipinas), a região de Yunnan (China), a Trilha Dongseo (Coreia do Sul) e Okinawa (Japão).
Na Europa, a vice-liderança ficou com Varsóvia, na Polônia, citada por seu novo Museu de Arte Moderna e uma exposição que examina a história da arte feminina. Outros destinos europeus incluídos foram Poblenou (Espanha), Bayreuth (Alemanha), Breuil-Cervínia (Itália), Madri e Valência (Espanha), a “Inglaterra do Ursinho Pooh” (East Sussex), Islândia, as Ilhas Traena (Noruega), Assis (Itália), Messínia (Grécia), Gênova (Itália) e a Ilha Mon (Dinamarca).
A lista completa reúne uma diversidade de destinos ao redor do mundo, incentivando viajantes a explorar desde cidades históricas e experiências culturais até paisagens naturais e celebrações regionais ao longo de 2026.
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